Dona Míriam domina 1ª seletiva do King of the Kings-2018. Globo sai na frente do Troféu Boimate.

Recebendo o Caboclo Dr. Roberto

Não teve para ninguém. Dona Míriam dominou a primeira seletiva do King of the Kings-2018 com sua atuação como boneca de ventríloquo ao tentar rebater o candidato fascista quando este falou a verdade dura de que a Globo apoiou a ditadura. Míriam teve um quarto dos 237 sufrágios (59 votos), mais do que o segundo colocado (JN tentando provar que a economia vai bem) e a terceira colocada (a cascata da Veja descrevendo o dia a dia de Lula sem nunca ter entrado na prisão em que ele está) somadas. O KofK é o único prêmio que reconhece, há 10 anos, o esforço dos jornalistas brasileiros em avacalhar a própria profissão.

As cascatas classificadas para a final, a ser disputada em janeiro de 2019, foram as seguintes:

1. Míriam Leitão é usada como boneca de ventríloquo para rebater lembrança de Bolsonaro de que a Globo apoiou a ditadura (25%, 59 votos).

2. JN tenta provar que economia vai bem porque inflação é baixa (9%, 22 votos).

3. Veja descreve dia a dia de Lula sem nunca ter entrado na prisão (9%, 21 votos).
Agência Lupa diz que visitante de Lula não tinha levado terço abençoado por Francisco I, acusa sites de esquerda de “fake news” e é desmentida pelo Vatican News (9% 21 votos).

4. PGR investiga senadora por entrevista à Al Jazeera – Estado de São Paulo (8%, 18 votos).
Folha “denuncia” que Dr. Bumbum trabalhou 15 dias no Palácio do Planalto durante o governo Lula (8%, 18 votos).

As outras seis cascatas não classificadas voltarão para repescagens, a fim de você poder compará-las também com as cascatas que virão. Essa providência é importante porque, dado o volume de cascatas despejadas pelos coleguinhas sobre os leitores/ouvintes/telespectadores, tendemos a esquecer as mais antigas, valorizando as mais novas.

Troféu Boimate

O Troféu Boimate é o reconhecimento à redação mais cascateira do país. Conquista-o a equipe que consegue pôr mais cascatas na final do King of the Kings. Assim, após a primeira seletiva, a classificação para o Troféu Boimate é a seguinte:

1. Rede Globo: 2.
2. Veja, Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e Agência Lupa: 1.

Finalmente! Chegou a hora de votar na primeira seletiva para o King of the Kings – 2018!

 

Demorei, e você já devia estar roendo os dedos de aflição, mas aqui está finalmente: a primeira seletiva para o King of the Kings, o único prêmio a reconhecer o árduo trabalho dos coleguinhas em prol da avacalhação do jornalismo brasileiro. Levei mais tempo esse ano para iniciar o processo seletivo por dois motivos: apertei ainda mais os critérios de escolha para apresentar uma concorrente – só cascatas muito grandes estão na lista, vocês verão – e também, de maneira mais estratégica, resolvi dar prioridade ao bom jornalismo que ainda restou no #SudãodoOeste, enfocado no Prêmio Marcos de Castro.

Isto posto, vamos às regras para a votação da primeira seletiva do KofK-2018:

1. Você pode votar em até seis concorrentes. Recomendo usar todos os votos, pois não será fácil escolher devido ao alto (ou baixo) nível das postulantes. As seis não escolhidas terão uma nova chance na segunda seletiva.

2. Haverá bastante tempo para conhecer (ou recordar) as cascatas – o pleito se estende até o dia 2 de setembro.

Mais um ponto antes apresentar a lista de concorrentes: caso você veja uma cascata que acredite estar apta a concorrer ao King of the Kings, não hesite em me enviar para avaliação.

Bem, agora, finalmente, fique com a concorrentes ao King of the Kings – 2018!

Fecomércio-RJ pagou R$ 68 milhões a escritório que defende Lula – Valor

PGR investiga senadora por entrevista à Al Jazeera – Estado de São Paulo

Veja descreve dia a dia de Lula sem nunca ter entrado na prisão – Veja

PF tenta livrar a cara de ter assassinado o reitor Cancellier – Rede Globo

Mídia comercial publica como independente estudo sobre cigarro de fundação bancada pela Phillip Morris – Vários

JN tenta provar que economia vai bem porque inflação é baixa – Rede Globo

Míriam Leitão tece loas a Pedro Parente 10 dias antes de começar a greve dos caminhoneiros.

Agência Lupa diz que visitante de Lula não tinha levado terço abençoado por Francisco I, acusa sites de esquerda de “fake news” e é desmentida pelo Vatican News

Jornalistas dão show de machismo na entrevista de Manoela D’Ávila no Roda-Viva – TV Cultura.

Folha “denuncia” que Dr. Bumbum trabalhou 15 dias no Palácio do Planalto durante o governo Lula

Míriam Leitão é usada como boneca de ventríloquo para rebater lembrança de Bolsonaro de que a Globo apoiou a ditadura

Folha publica matéria sobre PM lésbica e negra executada insinuando que ela era promíscua

Os deuses das “fakes news”

“Fake news” são os outros

A pouco mais de dois meses das eleições presidenciais que podem definir o futuro do Sudão do Oeste (ou seu sepultamento definitivo), os principais veículos de comunicação tradicionais iniciam um avanço para retomar o “monopólio da fala” por meio um ataque maciço, tipo “blitzkrieg”, contra a incipiente e confusa democratização da comunicação que poderia ser propiciada pela internet. Três movimentos realizados nos últimos meses – o lançamento do projeto Comprova, a divulgação das diretrizes de comportamento dos jornalistas do Grupo Globo nas redes sociais e ampliação do “É ou Não É” do G1 para o “Fato ou Fake”, que engloba todos os veículos do grupo – são, em minha visão, mais convergentes do que divergentes e, muito possivelmente, complementares.

Primeiro, o Comprova. Lançado em 28 de junho, e iniciando sua atividade oficialmente amanhã (6 de agosto), o projeto é financiado pelo Google News Iniciative e o Facebook’s Journalism Project, idealizado pela First Draft – projeto do Shorenstein Center on Media, Politics and Public Policy da John F. Kennedy School of Government da Universidade de Harvard, financiado, entre outros, pela Open Society, de George Soros, que parece estar em todos os projetos que envolvam comunicação -, com apoio da Abraji e do Projor. A ideia anunciada é de combater a “desinformação” que campeia nas redes sociais.

Objetivo dos mais meritórios, mas que, de saída, esbarra em alguns problemas, que já enumerei na página da Coleguinhas no Facebook, além de outros apontados por gente bem mais esperta do que eu (sem contar, claro, a presença de George Soros). Na verdade, o projeto já começa com um erro de checagem – afirma que são 24 veículos que o compõem. Mais ou menos: são 24 veículos, mas que pertencem a 16 grupos e empresas, pois o Grupo Band está representado por quatro (Band TV, Rádio Bandeirantes, Band News e Band News FM), o Grupo Folha por dois (Folha e Uol), e a Abril por dois (Exame e Veja).

Outra questão é a concentração geográfica dessas empresas e grupos. Treze ficam de São Paulo para baixo: nove têm sede em São Paulo (Band, Folha, Estado, Metro, Piauí, Nexo, Abril, UOL e SBT), dois no Rio Grande do Sul (Correio do Povo e GaúchaZH), um é do Paraná (Gazeta do Povo) e um de Santa Catarina (NSC Comunicação), ficando fora do eixo SP-Sul apenas Espírito Santo (Gazeta On Line), Brasília (Poder360), Pernambuco (Jornal do Comércio) e Ceará (O Povo). O problema é que esse desequilíbrio regional tende a criar um viés de cobertura, especialmente porque o projeto encoraja o compartilhamento de sua checagens por veículos que não fazem parte dele.

Esse viés de cobertura já seria ruim, mas há um pior. Considere o mapa abaixo, do resultado final do segundo turno das eleições presidenciais de 2014:

Agora compare os estados em que o candidato do PSDB foi mais votado com os estados em que se encontram os veículos participantes do Projeto Comprova. Pois é: 22 dos 24 têm sua sede nos estados em que os tucanos venceram. E não se diga que não tem nada a ver – no próprio site está dito que a operação foi marcada para começar em 6 de agosto, exatamente por ser a segunda-feira posterior ao prazo final para a indicação das chapas que disputarão a Presidência da República: “O foco inicial do Comprova é a eleição presidencial no Brasil, cuja campanha começa oficialmente em agosto.”

Antes de todos esses senões do Projeto Comprova, um outro chamara minha atenção, como estava no ponto um do post da página da Coleguinhas: a ausência do Grupo Globo. Como o maior grupo de comunicação do país não estava presente num projeto destinado a atacar a disseminação de notícias falsas na internet? A primeira parte da resposta veio logo depois com a inacreditável cartilha que determina como os jornalistas do Grupo Globo devem comportar-se nas mídias sociais, que você pode ler abaixo, junto com as justificativa para a sua edição, assinada por João Roberto Marinho:

A cartilha do Grupo Globo, ao tornar, na prática, seus jornalistas cidadãos de segunda classe por cassar-lhes o direito à livre expressão, fecha ainda mais o cerco à dissidências democráticas na internet brasileira, que começara com o projeto do Facebook envolvendo três agências de checagem brasileiras e que já disse ao que veio.

No entanto, o cerco ainda não estava completo, pois o GG não participa do Projeto Comprova. Agora está. No dia 30 passado, o Grupo dos Marinho lançou a sua versão do Comprova – o “Fato ou Fake”. É praticamente igual ao irmão um tanto mais velho, com um aperfeiçoamento – um robô que espalhará as checagens do Grupo Globo que fazem parte da iniciativa (CBN, Época, Extra, G1, Rede Globo, Globonews, O Globo e Valor). O Comprova não tem essa funcionalidade, mas o também recém-lançado robô Fátima, cria da parceria do quase onipresente e onisciente Facebook com a agência de checagem Aos Fatos, pode bem suprir essa carência por vias transversas, já que a empresa de Mike Zuckerberg dá suporte a ambas.

Como, pelo que os próprios criadores dos projetos deixam a entender, apenas os posts das redes sociais são as criadoras e disseminadoras de notícias falsas, segue-se que as notícias publicadas por qualquer um dos veículos componentes das duas iniciativas – Comprova e “Fato ou Fake” – não serão checadas. Parte-se do pressuposto que esses veículos, ligados a grupos hegemônicos de comunicação do país, sempre dizem a verdade e/ou trabalham com fatos. Não estão e nunca estarão sob suspeita, ao contrário de qualquer outro que não faça parte desse restrito clube. Dessa forma, não há opção: será “fake news” o que os 24 veículos do Comprova e os oito do Grupo Globo disserem que é. E fim de papo.

Abril, c’est fini!

Lá no início dos anos 1990, um velho (já na época) amigo, ex-repórter da Veja, reclamava. “Todo mundo fala do monopólio da Globo, mas tem outro, muito maior, e que ninguém fala. A Abril domina o mercado de revistas ainda mais”. Era verdade. Naquele tempo, a bem dizer, não havia outra editora que sequer se aproximasse do poderio da empresa dos Civita. O logo da árvore era visto em publicações de alto nível até de nicho de nicho – fazia uns frilas para uma pequena, porém respeitada, revista sobre mercado náutico, cujo maior fantasma era a concorrência da revista da Abril no setor.

Então o que aconteceu para que um monopólio tão poderoso fosse à breca em pouco mais de 15 anos? Creio que não há um motivo único. Luis Nassif aponta a malsucedida sociedade com o Grupo Folha em torno do UOL e do BOL como início da derrocada. De minha parte, localizo o começo do processo com a tentativa de entrar fortemente no meio TV, em fins dos 90. A empresa até tinha começado bem ao enxergar as grandes possibilidades da união entre vídeo e música proporcionada pela MTV, a qual trouxe para o país na época em que meu amigo vociferava contra o domínio no meio revista.

Deu tão certo que, crescendo o olho e abrindo a goela, Roberto Civita, sucessor do pai, morto em 1990, quis entrar de verdade no mercado. Era um negócio arriscadíssimo e os Marinho, com seu fracasso na Telemontecarlo, mostravam isso (e, bem antes, a associação com o Grupo Time-Life, que bancou anos de prejuízo da então nascente TV Globo, enquanto a estruturava segundo os moldes norte-americanos). Civita não levou isso em conta e tentou tornar a TV Abril (ou TVA) um negócio de verdade. Deu com os burros n’água e abalou um pouco a estrutura do Grupo.

Roberto Civita, porém, ainda viu que a tal internet seria “A” nova mídia e criou o BOL. No entanto, ao cometer o erro de associar-se aos Frias, tomou o segundo direto no queixo. Não sendo o pai, o golpe deve tê-lo abalado profundamente porque agiu como um “capo” e não como um homem de negócios moderno. Como bem conta Nassif, resolveu usar suas revistas, em especial a Veja, como um mafioso da Little Italy natal do pai usava seus capangas – para intimidar e achacar – e foi além ao maquiar as contas dos negócios, algo que “Lucky” Luciano, Joe Bonanno, Carlo Gambino ou qualquer dos grandes mafiosos jamais faria.

Podia até funcionar, como funcionou, por algum tempo, mas não daria certo como base de negócios e, assim, nos últimos anos, a Abril foi indo de mal a pior. Quando a situação se tornou crítica, aí por 2014/2015, falei sobre o tema, mas, já naquela época, era claro que a vaca estava com o úbere no brejo, não havia mais escapatória. Houve uma série de tentativas desesperadas para salvar a companhia – como a instalação de uma porta giratória de diretores (o recém-contratado Marcos Haaland é o quarto em um ano), detonação da sua operação mais lucrativa e acordos com gente de quem você não compraria mel na feira-, mas o fim estava anunciado.

O que esperar de Marcos Haaland? Nada a ver com jornalismo, pode-se ter certeza. Como se pode ver no seu perfil no Linkedin, antes de entrar na Alvarez & Marsal, em 2012, sua especialidade era o ramo de nutrição animal. Dessa forma, o mais provável é que ele leve a ex-poderosa editora para o matadouro, cortando na carne, a desossando e, no fim, aproveitando, se der, até o berro, no caso a marca. É acompanhar. Outra coisa certa: o Grupo Globo, agora, é dono de outro monopólio.

Pesquisa Brasileira de Mídia 2016 (IV): revista, um meio com pouca penetração e credibilidade

Revistas: os bons tempos vão longe

As revistas semanais de informação costumavam provocar grande repercussão com suas matérias de capa. De uns anos para cá, devido à internet, elas foram perdendo leitores a ponto de simplesmente acabarem com as suas versões impressas, como aconteceu com a Newsweek nos EUA, que até voltou a ser impressa, mas não é nem sombra do que foi. No Brasil, esse processo foi mais intenso devido ao comportamento parcial das revistas no processo que culminou com golpe parlamentar de 2016, que fez com sua credibilidade fosse jogada num fosso, embora esse comportamento não tenha sido o único fator.

Esse processo de desgaste é flagrado nos números da Pesquisa Brasileira de Mídia-2016, como se vê abaixo: é de 0% a percentagem dos 15.050 entrevistados que têm o meio como seu principal canal de informação. Mesmo como canal secundário, as revistas não passam de 1%.

A situação de descrença mesmo daqueles que leem suas matérias pode ser vista claramente na tabela abaixo. Em termos de confiança, o meio supera apenas a internet (40% de “confia/confia quase sempre” contra 15%) , ficando bem abaixo dos outros meios tradicionais:

 

 

Como nos jornais, os leitores continuam a preferir as versões impressas às digitais, numa proporção de dois em cada três (lamentavelmente, também como nos jornais, o levantamento não indica os aparelhos de acesso, se computador ou móveis):

 

O leitor de revista impressa gosta muito de filar o exemplar de outros – quase um em cada três leem um exemplar que não comprou:

 

Em termos de leitura, a Veja continua disparado na frente, com 25% da preferência entre os que leem revista, muito à frente de suas concorrentes:

 

Análise

Basicamente, o meio revista está morto e enterrado no Brasil. A repercussão que ainda obtém vem da exposição que outros veículos de maior penetração – ou seja, todos os outros – lhe dão – deixadas à própria sorte, não fariam a cabeça de ninguém. Até porque a credibilidade do meio é muito baixa em relação aos seus concorrentes tradicionais.

É tentador atribuir este déficit de credibilidade à cobertura política parcial das revistas semanais. No entanto, há que se observar que, entre os cinco títulos mais vendidos, estão incluídos as três semanais de maior projeção. Assim, apesar de certamente a parcialidade das semanais influírem na descrença do público com o meio, há que se ver que este público pode/deve estar colocando no mesmo saco o “jornalismo de celebridades”, que, por definição, é pouco crível.

A Veja é, de longe, o veículo mais lido, mas o fato de que praticamente um terço dos leitores acessarem as revistas por meio de exemplares que não foram comprados relativizam essa fidelidade – uma em cada três consumidores folheiam exemplares que estão à mão em salas de espera de consultórios e escritórios. Este fato é também uma má notícia para as editoras, pois quem fila um exemplar não o compra.

Ainda assim, em meio a essa devastação, os Civita ainda reinam, pois, além de seu principal título ser o líder disparado no meio, o segundo e o quinto lugares pertencem à Editora Caras na qual a família possui participação pessoal, mas não se sabe em que percentual, a Editora Caras é uma empresa de capital fechado.

Primeira página manipuladora de O Globo sobre as Malas do Geddel é escolhida a maior cascata de 2017

A grande vencedora

 

Por apenas 10 votos, de  total de 1.219, o Globo conquistou o Prêmio King of the Kings-2017, maior reconhecimento no Brasil (o único, a bem da verdade) para os veículos e jornalistas que mais colaboraram com o avacalhamento do jornalismo no país. Este foi o décimo ano seguido que o prêmio concedido. A cascata vencedora foi a primeira página de 6 de setembro do ano passado, que você pode ver acima. Como não consegui apurar a primeira no dia 5 (se alguém souber, é só mandar o nome pelo e-mail aí do lado ou por qualquer meio – sigilo garantido), provisoriamente o título vai para toda cúpula do jornal.

A segunda colocação ficou com a fantástica Taís Herédia pela sua saudação ao desemprego que reduzia a inflação e aumentava o poder de compra dos brasileiros, inclusive os desempregados. Meses depois, Taís passou a ter como comprovar sua inovadora tese econômica na prática, pois foi demitida.

Estas foram as 10 maiores cascatas de 2017 – agradeço muito seu voto e colaboração para o sucesso do pleito e informo que já coleto cascatas para o King of the Kings-2018. Se tiver alguma colaboração, pode enviar que a avaliarei com o máximo prazer.

 

1. O Globo dá foto sobre Malas do Geddel, mas com manchete sobre Lula e Dilma. (100 votos/8%) – Não identificado.

2. Jornalista da GloboNews festeja recessão e desemprego por devolver poder de compra aos brasileiros (90/7%) – Taís Herédia

3. Folha usa foto de manifestação de 2016 para mostrar que protesto do MBL de 2017 foi um sucesso. (80/7%) – Não identificado.

4. Estudante tem a cabeça quebrada por cassetete empunhado por policial e e Folha diz que foi por “homem trajado de PM” (76/6%) – Não identificado.

5. Jornal Nacional torna glamourosa a necessidade de pobres terem de usar lenha para cozinhar (TV Globo) (76/6%) – Mônica Teixeira

6. Mídia esconde depoimento de advogado que expõe tráfico de influência na Lava-Jato (Todos). (76/7%)

7. Maluco conhecido diz ter levado mala de dinheiro para Lula e IstoÉ dá capa (73/6%) – Sérgio Pardellas e Germano Oliveira

8. Delegado da PF diz que não de precisa de provas para prender Lula, apenas “timing” certo (Veja) (72/6%) – Ullisses Campbell

9. Miriam Leitão afirma ter sido agredida por petistas durante voo, mas ninguém vê (O Globo) (70/6%)

10. IstoÉ afirma que PT tem célula dentro da PGR e domina Lava-Jato. (65/5%) – Mário Simas Filho.

CHEGOU A HORA! Escolha a maior cascata de 2017!

 

O grande momento chegou! É hora de votar nas mais caudalosas cascatas publicadas pelos jornais, revistas, TVs e rádios do Brasil varonil, salve, salve no ano que passou. É oportunidade única, pos o King of the Kings é o único prêmio que reconhece os coleguinhas que mais labutaram de sol a sol na faina de esculhambar o jornalismo brasileiro. Você não pode, simplesmente não pode, deixar de prestar sua homenagem a esses e essas coleguinhas.

Antes de apresentar a lista de maiores cascatas de 2017, seguem a regras simples que norteiam esse democrático pleito.

1. Você pode votar em até 11 das 21 concorrentes. É legal você escolher o máximo possível de forma a homenagerar o máximo desses bravos e bravas.

2. A votação segue até dia 18 de fevereiro

Então… (RUFAR DOS TAMBORES!). aqui estão as concorrentes ao kING OF THE kINGS DE 2017!

1. Folha usa foto de manifestação de 2016 para mostrar que protesto do MBL de 2017 foi um sucesso.

2.Maluco conhecido diz ter levado mala de dinheiro para Lula e IstoÉ dá capa.

3. Exame usa exemplo de Mick Jagger para defender reforma da Previdência.

4. Apresentadora da Record diz que índios deviam ficar sem remédios contra malária para morrerem.

5. Delegado da PF diz que não de precisa de provas para prender Lula, apenas “timing” certo. (Veja).

6. PF afirma que carne é enxertada com papelão e vitamina C é cancerígena e veículos publicam sem checar (Vários).

7. Jornalista da GloboNews festeja recessão e desemprego por devolver poder de compra aos brasileiros.

8. Estudante tem a cabeça quebrada por cassetete empunhado por policial e e Folha diz que foi por “homem trajado de PM”

9. Miriam Leitão afirma ter sido agredida por petistas durante voo, mas ninguém vê. (O Globo)

10. Veja acusa Lula de usar Dona Marisa para escapar de Moro.

11. Procuradores da PGR dão “coletiva em off” para vazar nomes da Lista da Odebrecht.  (Vários)

12. Folha usa perito Molina para desqualificar gravações de Joesley Batista que mostram Temer cometendo diversos crimes.

13. O Globo dá foto sobre Malas do Geddel, mas com manchete sobre Lula e Dilma.

14. Estadão afirma que Temer não compra Congresso para fugir das acusações de corrupção.

15. IstoÉ afirma que PT tem célula dentro da PGR e domina Lava-Jato.

16. Míriam Leitão acusa “forças do atraso” que ajudou a pôr no poder pela tentativa de liberação do trabalho escravo. (O Globo)

17. History Channel mente a historiadores para produzir programa que deturpa a História do Brasil.

18. Jornal Nacional torna glamourosa a necessidade de pobres terem de usar lenha para cozinhar (TV Globo)

19. Mídia esconde depoimento de advogado que expõe tráfico de influência na Lava-Jato. (Todos).

20. Veja já tem matéria pronta para condenação de Lula.

21. Mídia apoia reforma da Previdência em troca de anúncios (Todos).