A “economia da treta”

Tretar é um bom negócio

A “economia da atenção” (ainda sem esse nome) foi conceituada em 1971 pelo psicólogo Herbert Simon, cerca de dois anos depois da primeira mensagem ter sido enviada pela internet:


“A riqueza de informação cria pobreza de atenção, e com ela a necessidade de alocar a atenção de maneira eficiente em meio à abundância de fontes de informação disponíveis”.

De lá para cá, a atenção passou a ser um item cada vez mais valorizado, chegando à explosão com o advento das redes sociais, até por ser finito – mesmo que não durmamos (e há adolescentes que realmente não o fazem por um bom tempo até surtarem), o dia ainda terá 24 horas. Dessa forma, quem consegue chamar mais atenção – e mantê-la por mais tempo -, leva o prêmio, que, de uma forma ou de outra, termina sendo dinheiro. Isso vale para Netflix e para o Liverpool, ambos enfrentando o jogo Fortnite, febre entre os adolescentes, entre outros games.

De uma forma ou de outra porque nem sempre há uma associação direta. Na política, por exemplo. Veja o caso do bolsonarismo:

  1. Um da famílicia ou de seus ciborgues detona um absurdo;
  2. Outros da família e ciborgues e robôs jogam o absurdo nas redes;
  3. Os atingidos e/ou os sites de esquerda repercutem o absurdo.
  4. O absurdo vira o assunto principal nas redes sociais, obtendo um enorme grau de atenção.
  5. Os bolsonaristas agendam o debate e mantêm sua proeminência no debate.

Os bolsonaristas podem repetir este esquema “ad aertenum” porque sabem que ele também convém ao outro lado, como se pode depreender pelos pontos 3 e 4. Afinal, os sites de esquerda – e esquerdistas de rede social em geral – também ganham atenção de seu campo político ao deblaterar sobre o absurdo. É um esquema “ganha-ganha” – ok, o debate perde, mas quem está interessado em discutir seriamente qualquer coisa no Brasil hoje em dia?

A prova de que essa “economia da treta” funciona é que ela foi abraçada com determinação por Ciro Gomes. Político cujo auge fica a cada dia mais para trás, o cearense entendeu o jogo e, pelo menos um vez por mês, ataca violentamente, o PT e Lula (e tem ampliando o arco de ataque), de modo a provocar treta dos petistas com seus adeptos, ganhando a atenção que não teria caso nada fizesse, um erro cometido por Marina, por exemplo. A “economia da treta” ganhou até uma indireta chancela de especialistas com a discussão, via redes sociais, evidente, mas também pelos jornais, sobre crescimento, teto de gastos, investimentos públicos e outros pontos esotéricos de Economia travada por economistas mais ou menos midiáticos.

Assim, como já demonstrou sua eficácia em obter a atenção do público, você deve se preparar, pois a “economia da treta” está destinada a avançar por um belo e longo caminho futuro a dentro.

A volta da numeralha favorita: o Digital News Report-2019 (I)

Redes sociais e desinformação no foco

Depois de muito preguiçar, finalmente venci a letargia e me debrucei sobre o Digital News Report de 2019, lançado em junho pelo Reuters Institute. É a oitava edição do levantamento, que dessa vez ouviu, por e-mail ou em pessoa, 75 mil pessoas de 38 países, incluindo o Brasil. Antes de falar daqui, vamos às constatações chaves da pesquisa em nível mundial (com alguns toques sobre o que ocorre aqui) – serei curto e grosso porque, falando francamente, ainda estou um tanto sem saco. Mas vamos lá.

  1. O setor de mídia bem que tem tentado, mas a galera continua pouco a fim de pagar por informação no ambiente digital, seja por assinatura, associação ou doação – a média mundial é de 13% de assinantes, com pico na Noruega e Suécia, com 34% e 27% de pagadores, respectivamente. O Brasil até que não está mal na fita, com 22%, percentual superior, por exemplo, aos EUA (16%), Reino Unido (9%), Portugal (7%) e Argentina (8%).
  2. Como a vida a vida não está fácil pra ninguém em lugar nenhum, o pessoal tem preferido usar seu suado dinheirinho separado para o lazer pagando assinaturas de Spotify, Apple Music ou Netflix do que com notícias, consideradas, no geral, um pé-no-saco. Assim, se tivessem que escolher apenas uma assinatura para fazer, 37% dos respondentes ficariam com vídeo on-line (Netlix, Prime Video, HBO Go…), 15% com app de música e apenas 7% com veículos de notícias on line.
  3. Outra má notícia para os meios tradicionais é que o smartphone está se tornando rapidamente o primeiro meio de contato com as notícias no Reino Unido e nos EUA, tendo inclusive passado a TV no primeiro mercado (28% a 27%) e crescido 6 pontos percentuais (17% para 23%) desde 2016, enquanto a TV caía 3 p.p. (36% para 33%) no mesmo período.
  4. Quando se olha apenas para os meios digitais de acesso às notícias (computador, tablet e smartphone), aí o celular é rei – dois terços dos pesquisados acessaram as novas por ele na semana anterior à pesquisa e 49% o têm como meio preferido para saber o que vai por este mundão de Deus.
  5. Como seria de se esperar, com o crescimento do uso do celular para acessar notícias, as redes sociais foram atrás. Na média de 12 mercados, o Facebook tem 36% deste nicho, mas sofreu um leve decréscimo com as mudanças no algoritmo, ocorridas em fevereiro de 2018. O zap vem crescido seguramente, chegando a 16%, contra 10% do Twitter, que está sendo ameaçado pelo Instagram (9%) – se este passar o passarinho azul, Mister Zuck será o czar das notícias via redes sociais, pois será dono dos três principais pontos de acesso neste mercado.
  6. Se você tem impressão de que mais do que 16% usam o zap como fonte de notícias, está certo/a. No Brasil, esse número é mais do que o triplo – 53% dos 2013 entrevistados no país usaram o aplicativo como fonte de notícias na semana anterior à pesquisa (realizada entre fim de janeiro e começo de fevereiro de 2019), com crescimento de 5 p.p. em relação ao ano anterior. É o maior percentual do mundo, superando Malásia (50%) e África do Sul (49%). O face, porém, está no mesmo patamar, com 54%.
  7. O zap é fundamental para obtenção de notícias em países onde o fornecimento de notícias confiáveis são restritos e as instituições públicas, frágeis, o que inclui os três citados e ainda Argentina, Chile, México, Índia, Turquia e Romênia.
  8. Em termos mundiais, 51% dos usuários do Facebook participam de grupos públicos, mas apenas 14% são sobre notícias ou política. No Brasil, porém, o percentual sobe para 22%.
  1. O percentual que discute política e notícias no zap no Brasil é parecido, 18%, mas nada menos do que 58% participam de grupos com pessoas que não conhecem, contra 12% entre os britânicos por exemplo. Obviamente, isso facilita a difusão de notícias falsas.
  2. Um último ponto (neste primeiro texto) verificado pelo DNR-2019: quem usa os grupos do zap e do Facebook por qualquer motivo confia menos na mídia e tende a postar notícias de sites militantes.

Por enquanto é só. Depois, volto com mais descobertas do DNR-2019. Enquanto isso, se quiser explorar a pesquisa, pode acessá-la aqui .

#VazaJato, episódio 8 (e spin-offs)

Pataxó

A forma criada pelo “showrunner” Glenn Greenwald para a #VazaJato – em que a série principal e os spin-offs acontecem ao mesmo tempo, com personagens se cruzando entre elas – tende a ficar mais confusa do que as idas e vindas no tempo dos personagens de “Dark”. Então, vou tentar organizar a cabeça de forma a continuar a seguir as tramas paralelas – que é apenas uma, mas vista de ângulos diferentes – para não me perder nos próximos capítulos e temporadas. Talvez seja útil para você também. Vamos lá.

1. The Intercept Brasil: O Episódio 8 foi aquele fora de esquadro que os roteiristas usam para quebrar a narrativa pesada. Baseou-se na troca de mensagens que expôs a ingenuidade, burrice e cinismo dos procuradores e procuradoras da Lava-Jato de uma maneira que ficou bem divertida para nós que conhecemos o desenrolar da história – Moro assumindo o Ministério da Justiça, a revelação de que ele já tinha armado tudo pelas costas dos manés do MP, usando-os como escada, a maneira como protege o chefe das investigações sobre as ligações com a milícia e, agora, sobre o tráfico de drogas etc.

Mas, além dessa parte engraçada, o episódio detona também a ideia maluca do hackeamento. Ele claramente indica que há um(a) Garganta Profunda na Lava-Jato, que, por um motivo ou outro, resolveu detonar os colegas, mostrando não só os crimes e irregularidades cometidos pela LJ, mas que eles e elas tinham conhecimento de tudo e acobertaram Moro, o chefe do bando.

Em menos de 24 horas, o episódio já deu frutos – um dos procuradores que fazia parte das conversas admitiu ao Correio Braziliense que são verdadeiras por ter reconhecido aquelas dos quais participou, como já haviam feito repórteres da Folha, no primeiro Episódio 1 do spin-off do jornal. A pessoa que confirmou a veracidade das conversas para o Correio entendeu que a vaca já adentrou o brejo e está preparando para saltar do lombo dela. Outro/as devem fazer o mesmo nos próximos episódios.

O EL PAÍS Brasil também deu sua colaboração ao publicar artigo da lava-jateira Jerusa Viecili, publicado dois ou três dias depois de ela ter exposto os mesmos argumentos num post em um dos grupos da LJ.

2. VEJA: No episódio de estreia, o spin-off da semanal já mostrou ao que veio ao atestar de forma arrasadora o principal crime cometido por Moro e seu mais fiel “acepipe”, Dallagnol, a saber, a dica do primeiro para o segundo da existência, por fora dos autos, de uma suposta testemunha contra Lula, e também como chegar a ela. Veja achou os dois homens, conversou com eles e até obteve de um a confirmação de que foi mesmo procurado por um lava-jateiro escalado para seguir a pista fornecida pelo juiz supostamente imparcial. No dia em que o Congresso, o STF ou Conselho de Magistratura tiverem coragem de processar Moro, essas duas testemunhas serão fundamentais (e não tenha dúvida: esse dia ocorrerá, se não agora, em algum momento do futuro).

3. Folha de S.Paulo: O jornal, no segundo episódio de sua série, impresso sábado, mostrou Dallagnol armando para cima de Jacques Wagner, querendo montar uma busca espalhafatosa a fim de constranger o PT na semana do segundo turno da eleição presidencial. O episódio disparou a primeira reação política concreta contra os abusos cometidos pelos lava-jateiros, no caso dos governadores do Nordeste pedindo investigações sobre a conduta deles. Assim, deputados e senadores ganharam pretexto para, pelo menos, iniciar uma coleta de assinaturas para a instalação de uma CPI. Se conseguirem, a CPI não deve sair, mas bota uma pressão a mais em cima dos procuradores.

Já o episódio de hoje foi meio anticlimático, pelo menos para mim, pois já tinha conhecimento de spoiler. Afinal, desde que o Léo Pinheiro mudou seu depoimento, passando a dizer que o triplex foi uma contrapartida da OAS para Lula, já se sabia que ela fora pressionando além do admissível a fim de contar essa história. O capítulo de hoje do spin-off da Folha foi bom mesmo para dar nomes aos bois e traçar a linha do tempo, ligando os posts do vazamento com o que ocorreu no processo.

A chance dos Marinho, meu!

Golpe é um vício de família

O golpe de Luiz Frias na irmã pode abrir caminho para um antigo sonho dos Marinho: ter um jornal em São Paulo.

Meu raciocínio: como Luizinho quer se ver livre do jornal para que este não atrapalhe suas relações com o governo Bolsonaro, via Banco Central, o qual pode causar muito prejuízo ao PagSeguro, ele e a viúva de Otavinho, que participou da puxada do tapete da Maria Cristina, teriam todo o interesse em vender as suas partes das ações da Folha (ou apenas um pedaço delas) para os Marinho. Estes nem precisariam ficar com a maioria acionária, bastaria apenas serem acionistas relevantes e, com base em um acordo, tocarem o negócio.

Em termos empresariais, seria ótimo para os Marinho, que poriam os dois pés no Estado com o maior mercado publicitário do país, o mesmo em que estão as duas praças mais importantes da Rede Globo, numa sinergia de fazer babar o tal de mercado. Até hoje, eles não fizeram isso por haver um acordo com os Frias e os Mesquita para que não entrassem lá. Com os primeiros caindo fora o negócio – e os Mesquita mal das pernas – não haveria motivo para o acerto ser mantido.

Obviamente, os Bolsonaro odiariam esse movimento, pois fortaleceria em muito uma empresa já poderosa e que eles consideram inimiga. Assim, certamente fariam de um tudo para impedir – e você sabe como eles agem quando entram em guerra.

Parece guerra de famílias mafiosas? É por que é mesmo. E daquelas que pode rolar até sangue (e, em se tratando da familícia, pode não ser apenas metafórico)

A volta do Mapa do Tesouro do bom jornalismo na internet

Não tem como errar.

Tirando os diretamente empregados nela, creio que poucos discordam que a grande mídia brasileira atualmente é de gato jogar terra em cima. Então como nos manter razoavelmente bem informados do que vai pelo país e pelo mundo? Há uns meses, fiz uma lista bem pessoal de diversos veículos que fornecem olhares diferentes sobre o mundo. As listas – foram duas – eram acompanhadas de comentários de três ou quatro linhas sobre assunto principal e a maneira como o trabalhava o site Dessa vez, não haverá comentários maiores, apenas uma indicação do tema principal. Mais uma coisa: se você conhecer algum veículo que considere bacana, envie-me, que vou dar uma olhada e, se gostar (sim, é discricionário mesmo), ponho na lista, ok?

Vamos lá então.

Feminismo

AZMina

Geledés: Com o viés de raça.

Gênero & Número: Com base em jornalismo de dados.

Mulheres 50+ : Dedicado às mulheres de mais de 50 anos.

Geral

Agência Pública: Jornalismo investigativo, com uma parte dedicada a meio ambiente e outra à checagem de dados, o Truco.

Agência Sportlight: Jornalismo investigativo.

Aos Fatos: Checagem de dados.

Farol Reportagem: Jornalismo voltado para Santa Catarina.

Marco Zero Conteúdo – Jornalismo voltado para Pernambuco, tem parceria com a Agência Pública no Truco, a parte de checagem de dados.

Meus Sertões: Foco na região semiárida do Nordeste, com concentração na Bahia.

My News: Canal no YouTube.

Nexo: Inclui jornalismo de dados, colunistas, podcast e clipping qualitativo enviado por e-mail.

Opera Mundi: Foco em notícias internacionais e sua análise.

TV dos Trabalhadores (TVT): Notícias e análise, com sinal aberto em São Paulo, por parabólica para todo o país e canal no YouTube.

Volt Data Lab: Jornalismo de dados.

 

Mídia

Farol do Jornalismo: Tendências e análise por e-mail semanal.

Observatório da Imprensa: Análise.

Objethos: Análise e teoria.

 

Política

Conexão Jornalismo: Notícias e análise.

Congresso em Foco: Notícias e análise.

Diário do Centro do Mundo: Clipping e análise.

Fórum – Notícias e análise.

GGN – Análise.

Os Divergentes: Análise.

Poder360: Notícias e análise.

Tijolaço: Análise.

 

Segurança Pública e Justiça

Consultor Jurídico: Notícias e análise.

Jota: Notícias e análise.

Justificando: Notícias e análise, com canal no YouTube.

Ponte Jornalismo: Notícias sobre segurança pública e direitos humanos.

 

Sustentabilidade

Projeto Colabora: Notícias e análise, com envio de clipping diário qualitativo sobre estes assuntos enviado por e-mail.

Genealogia da Lava-Jato dá 1º Prêmio Marcos de Castro de Melhor Reportagem Independente na Internet a “Brasil de Fato”

 

A história de família dos principais personagens da Lava-Jato e suas profundas raízes no que há de mais reacionário na sociedade brasileira deu o Prêmio Marcos de Castro de Melhor Reportagem Independente da Internet, em sua primeira edição, ao site “Brasil de Fato”. A matéria, assinada por Daniel Giovanaz, obteve 12 dos 174 votos consignados (7%), um a mais do que a da Ponte Jornalismo, que mostra as imagens das câmeras de segurança flagrando seguranças do Habib’s arrastando um menino que logo depois seria encontrado morto.

O Prêmio Marcos de Castro destina-se a reconhecer os sites que, contra todas as dificuldades e sem pertencer a grande redes nacionais ou internacionais, lutam para manter vivo o melhor do jornalismo no país. Abaixo, a lista dos dez mais votados (na verdade, 12 por ter havido quádruplo empate na décima colocação):

1. A origem da mentalidade autoritária da Lava-Jato (Brasil de Fato) (12 votos/7%)

2. Vídeo mostra menino sendo arrastado por empregados do Habib’s antes de ser assassinado (Ponte Jornalismo). (11/6%)

3. Os sorteios do Supremo (Jornal GGN) (10/6%)

4. O martírio do reitor Luis Carlos Cancellier (Sérgio Giron/Edike Carneiro) (10/6%)

5. Documentário mostra ligação entre religião e territorialidade no Complexo do Alemão (Agência de Notícias das Favelas) (10/6%)

6. O Caso Rafael Braga (Justificando/Ponte Jornalismo) (9/5%)

7. É fácil fugir dos impostos no Brasil: basta fundar uma igreja (Nacionais.net) (8/5%)

8. Empresas alemãs colaboraram com a Ditadura Militar (Opera Mundi) (8/5%)

9. Como Eduardo Cunha manda no governo Temer (Poder 360) (7/4%)

10. Segurança privada ajudou Forças Armadas durante a ditadura (Agência Pública) (7/4%)
Auditoria mostra que são mesmo os empresários de ônibus que mandam no transporte do Rio (Agência Pública) (7/4%)
Domésticas filipinas são escravizadas em São Paulo (Repórter Brasil) (7/4%)

2ª Seletiva do Prêmio Marcos de Castro de Bom Jornalismo na Internet

Outro dia, fui “acusado” por uma querida e antiga amiga de, com a velhice, ter me tornado um coração mole a ponto de criar um prêmio que reconhece as boas reportagens, o contraponto ao King of the Kings. Ela não deixa de ter razão. Confesso que, em, meio à desoladora paisagem do jornalismo do Sudão do Oeste – a um tempo, causa e consequência do escombro que se tornou o país -, fico tocado pelos bravos e bravas, jovens e veteranos, que tentam manter vida a chama da profissão. Para prestar um modestíssimo reconhecimento que criei a o Prêmio Marcos de Castro, que chega a sua segunda seletiva.

A rodada de número dois do PMC conta com 13 concorrentes, que disputarão vaga na finalíssima, marcada para janeiro de 2018. Antes de apresentar as disputantes, vamos às regras:

1. Você pode votar em até sete (7) concorrentes.

2. Das seis não classificadas, quatro (as classificadas entre o 8º e o 11º lugares) voltarão na terceira seletiva.

3. A votação termina no dia 30 de julho.

Agora, às concorrentes, nas quais espero que você vote com tanto gosto quanto nas más reportagens do King of the Kings.

Luis Nassif entrevista Aldo Arantes sobre Reforma Política (Jornal GGN)

Projeto de lei usa dado errado para defender punição a denúncia infundada de estupro (AosFatos)

Alunos elegem “vadia da semana” e fazem bullying via whatzap (AzMina)

PM de SP assassina menor e revolta família (Ponte)

Dívida ativa de empresas atinge bilhões (Volt)

Mato Grosso, a terra da chacina no campo (Nexo)

As estranhas condenações dos “terroristas” brasileiros (Agência Pública)

• Mulheres avançam lentamente no comando das corporações (Gênero&Número)

• “Malta files”: 148 brasileiros têm contas no paraíso fiscal do Mediterrâneo (Agência Sportlight)

O capitão comunista da PM (Socialista Morena)

Banalizada, senzala vira nome de restaurantes e casas de show (Colabora)

Censo de 1872: o retrato do Brasil da escravidão (Nexo)

É fácil fugir dos impostos no Brasil: basta fundar uma igreja igreja. (Nacionais.net)