Primeira página manipuladora de O Globo sobre as Malas do Geddel é escolhida a maior cascata de 2017

A grande vencedora

 

Por apenas 10 votos, de  total de 1.219, o Globo conquistou o Prêmio King of the Kings-2017, maior reconhecimento no Brasil (o único, a bem da verdade) para os veículos e jornalistas que mais colaboraram com o avacalhamento do jornalismo no país. Este foi o décimo ano seguido que o prêmio concedido. A cascata vencedora foi a primeira página de 6 de setembro do ano passado, que você pode ver acima. Como não consegui apurar a primeira no dia 5 (se alguém souber, é só mandar o nome pelo e-mail aí do lado ou por qualquer meio – sigilo garantido), provisoriamente o título vai para toda cúpula do jornal.

A segunda colocação ficou com a fantástica Taís Herédia pela sua saudação ao desemprego que reduzia a inflação e aumentava o poder de compra dos brasileiros, inclusive os desempregados. Meses depois, Taís passou a ter como comprovar sua inovadora tese econômica na prática, pois foi demitida.

Estas foram as 10 maiores cascatas de 2017 – agradeço muito seu voto e colaboração para o sucesso do pleito e informo que já coleto cascatas para o King of the Kings-2018. Se tiver alguma colaboração, pode enviar que a avaliarei com o máximo prazer.

 

1. O Globo dá foto sobre Malas do Geddel, mas com manchete sobre Lula e Dilma. (100 votos/8%) – Não identificado.

2. Jornalista da GloboNews festeja recessão e desemprego por devolver poder de compra aos brasileiros (90/7%) – Taís Herédia

3. Folha usa foto de manifestação de 2016 para mostrar que protesto do MBL de 2017 foi um sucesso. (80/7%) – Não identificado.

4. Estudante tem a cabeça quebrada por cassetete empunhado por policial e e Folha diz que foi por “homem trajado de PM” (76/6%) – Não identificado.

5. Jornal Nacional torna glamourosa a necessidade de pobres terem de usar lenha para cozinhar (TV Globo) (76/6%) – Mônica Teixeira

6. Mídia esconde depoimento de advogado que expõe tráfico de influência na Lava-Jato (Todos). (76/7%)

7. Maluco conhecido diz ter levado mala de dinheiro para Lula e IstoÉ dá capa (73/6%) – Sérgio Pardellas e Germano Oliveira

8. Delegado da PF diz que não de precisa de provas para prender Lula, apenas “timing” certo (Veja) (72/6%) – Ullisses Campbell

9. Miriam Leitão afirma ter sido agredida por petistas durante voo, mas ninguém vê (O Globo) (70/6%)

10. IstoÉ afirma que PT tem célula dentro da PGR e domina Lava-Jato. (65/5%) – Mário Simas Filho.

Vamos à última seletiva para o King of the Kings-2017!

 

Ano Novo, tradição mantida: a Coleguinhas começa 2018 com as colunas dedicadas à escolha das maiores cascatas do ano que passou. Nesta semana, serão escolhidas as últimas concorrentes ao King of the Kings-2017 e, no dia 21, começará a eleição da grande vencedora do único prêmio brasileiro que reconhece os coleguinhas que tanto batalham pela esculhambação do jornalismo do Brasil. Paralelamente, com a indicação das últimas concorrentes, saberemos qual a redação que venceu o Prêmio Boimate, que homenageia a equipe de coleguinhas que mais fez, em conjunto, pela detonação da própria profissão em 2017.

Antes de começarmos a votação da quarta seletiva, aqui vão as regras:
1. Você pode votar em até três cascatas.
2. O pleito termina no domingo que vem (14 de janeiro).

Vamos então as cinco concorrentes:

1. Veja já tem matéria pronta para condenação de Lula

2. Folha demite humorista depois de ele ser atacado em redes sociais

3. Jornal Nacional torna glamourosa a necessidade de pobres terem de usar lenha para cozinhar. (TV Globo)

4. Mídia esconde depoimento de advogado que expõe tráfico de influência na Lava-Jato. (Todos)

5. Mídia apoia reforma da Previdência em troca de anúncios (Todos)

 

O Globo vence 3ª seletiva do King of the Kings e iguala a Folha na liderança do Troféu Boimate

Vitória fácil

Não chegou a ser surpresa. A cascata do Globo colocando a foto das malas de Geddel Vieira abaixo de uma manchete sobre Lula e Dilma venceu a terceira seletiva do King of the Kings-2017 com boa vantagem sobre a segunda colocada – a do Estadão dizendo que Temer não comprou votos do Congresso para se livrar das denúncias de corrupção. O Globo também igualou a Folha na liderança do Troféu Boimate, que premia a redação mais cascateira do país, ambas com três finalistas já classificadas para a final do King of the Kings, que se realizará em janeiro de 2018.

Após a contagem de 264 votos, as cascatas classificadas para a finalíssima foram as seguintes:

1. O Globo dá foto sobre Malas do Geddel, mas com manchete sobre Lula e Dilma. (59 votos, 22%)
2. Estadão afirma que Temer não comprou Congresso para fugir das acusações de corrupção. (45/17%)
3. IstoÉ afirma que PT tem célula dentro da PGR e domina Lava-Jato. (38/14%)
4. Míriam Leitão acusa “forças do atraso” que ajudou a pôr no poder pela tentativa de liberação do trabalho escravo. (27/10%)
5. History Channel mente a historiadores para produzir programa que deturpa a História do Brasil. (26/10%)

As cascatas que ficaram em sexto, sétimo e oitavo lugares voltarão para a última seletiva. São elas:

• Folha demite repórter com medo de seguidores de Danilo Gentilli.
• Veja já tem pronta matéria sobre condenação de Lula.
• Superinteressante fala da ameaça da Coreia do Norte aos EUA, mas esquece de falar das razões do ódio dos norte-coreanos.
• SporTv chama assassinato de torcedor de “fatalidade”

Vamos à 3ª seletiva do King of the Kings-2017!

Redações em plena atividade

 

Você vai ficar um tanto decepcionado/a, mas não há tantas cascatas assim para disputar a terceira seletiva do King of the Kings-2017. Há dois motivos básicos para o fato, creio. O primeiro é que, como já mencionei mais de uma vez, meus critérios cascatológicos, desenvolvidos em mais de duas décadas, são extremamente rígidos. Para entrar na lista de concorrentes ao KofK, a cascata precisa ser de muito baixo nível. O segundo motivo é decorrente do primeiro – o jorro de cascatas de baixo nível caiu muito desde que o Golpe de 2016 desandou e os antigos aliados começaram a ser atacados pelos veículos de comunicação, os quais também, vendo que já não detêm um controle absoluto sobre o golpe que comandaram, começaram a passar um paninho, posando, novamente, de “isentos, imparciais e objetivos”. Quem não os conhece que os compre.

Por estes motivos, são apenas dez as cascatas que estarão na disputa por uma vaga para a final de janeiro de 2018. Antes de nomeá-las, vamos às regras:

1. Você pode votar em até cinco concorrentes.
2. As cinco não classificadas voltam para a última seletiva.
3. O pleito segue até dia 19 de novembro, dando, portanto, duas semanas para você ler e votar com calma.

 

Então, vamos às concorrentes!

1. SporTV chama assassinato de torcedor de “fatalidade”.
2. Veja já tem pronta matéria sobre condenações de Lula.
3. IstoÉ usa investigação para acusar senadora que defende governo da Venezuela.
4. IstoÉ afirma que PT tem célula dentro da PGR e domina Lava-Jato.
5. Superinteressante fala da ameaça da Coréia do Norte aos EUA, mas esquece de falar das razões do ódio dos norte-coreanos.
6. O Globo dá foto sobre Malas do Geddel, mas com manchete sobre Lula e Dilma.
7. Folha demite repórter com medo de seguidores de Danilo Gentilli.
8. Míriam Leitão acusa “forças do atraso” que ajudou a pôr no poder pela tentativa de liberação do trabalho escravo.
9. History Channel mente a historiadores para produzir programa que deturpa a História do Brasil.
10. Estadão afirma que Temer não compra Congresso para fugir das acusações de corrupção.

O investimento em publicidade da Petrobras de 2011 a 2016 – I (Geral)

Já mencionei que a Lei de Acesso à Informação é mais uma daquelas leis que ameaçam “não pegar”? Acho que sim. Realmente, não é fácil obter dados do governo federal pelo menos no que se refere à distribuição da publicidade da Administração Indireta – além da Caixa e BB, que, como bancos estão além e ao lado de qualquer lei vigente no Sudão do Oeste, até o Correio (o Correio!) resiste a abrir esses dados completos aos cidadãos. Até o momento, porém, há uma importante e grata exceção: a Petrobras.

Talvez devido aos seus recentes problemas com a lei, a petrolífera não deixou a desejar em termos de atendimento à LAI. No prazo legal de 20 dias corridos, a empresa enviou todos os dados solicitados em formato PDF – foi pedido em XLS, mas dificuldade que um programinha de conversão resolveu sem problemas –, da maneira requerida. E são esses os dados que passaremos a analisar nas próximas semanas (essa é a deixa para você cair fora e só voltar daqui a uns dois meses).

Antes de iniciar, porém, aquelas notas metodológicas, tão cabulosas quanto essenciais para você entender o que vai ler:

1. A empresa enviou dados desde 2003 (não havia dados consolidados antes deste ano), mas só usei os de 2011 para cá por que esse foi o período coberto pelos dados da Administração Direta, destrinchados recentemente.

2. Como esses mesmos dados, há uma cisão temporal. Até 2013 (inclusive), eles se referem a valores autorizados – empenhados, em burocratês -, não necessariamente realizados. De 2014 para cá, porém, estão os valores foram efetivamente executados.

3. À primeira vista, manter os dois tipos de dados juntos não seria correto. No entanto, como se verá, a análise não sofre com essa junção, pois a tendência não é afetada (com exceção de um caso), já que o fato de os valores terem sido previstos  já mostram a orientação estratégica, a intenção, de se investir neste ou naquele meio, nesta ou naquela empresa.

4. Como não pedi a relação previsto/realizado no período, não há como se ter uma ideia do percentual médio de execução orçamentária. Ano que vem (sim, vai ter essa série de análises todos os anos, lamento informar, pelo menos enquanto viger a LAI), solicitarei essa relação, mesmo não tendo muita esperança de obtê-la.

5. As conclusões políticas – de existirem – ficam por sua conta e risco, certo?

 

Então, vamos lá:

 

POR ANO

 

Análise

1. Aqui se vê que a mudança de metodologia ocorrida de 2013 para 2014 não chegou a alterar as tendências gerais. Os investimentos efetivamente realizados em 2014 foram superiores aos previstos em 2013, embora em percentual diminuto: 2,72%.

2. Nos três anos (2011-2013) que se referem aos investimentos previstos, o de 2012 foi o de maior verba empenhada, superior a 2011 em 20,66% e a 2013, em 10,04%.

3. Nos três anos seguintes, aqueles com dados sobre o investimento efetivamente realizados, aquele de maior prodigalidade da Petrobras foi o de 2014, muito provavelmente por ter sido o ano da Copa.

4. A queda do investimento em publicidade da estatal de 2014 para 2015 foi de 13%, significando, em números absolutos e redondos, R$ 37.359.208,00.

5. Já a queda de 2015 para 2016 foi de espetaculares 44,92%, um tombo que significou, em termos absolutos, R$ 112.279.158,00 – menos R$ 74.919.950,00 de um ano para outro.

6. Assim, em apenas três anos, o investimento em publicidade da Petrobras caiu à metade – mais precisamente em 52,08%. Em reais, esse percentual traduziu-se em R$ 149.638.366,00. Não foi bolinho.

 

POR MEIO

Análise

1. A Administração Direta “descobriu” a publicidade na internet em 2012, mas a Petrobras só o fez dois anos depois, possivelmente devido à Copa do Mundo: de 2013 para 2014, o crescimento de investimento no meio cresceu de 93,3% (este percentual pode ter sido até maior porque, lembre-se, o dado de 2013 é de investimento previsto, enquanto o de 2014 é de efetivamente realizado). Para o ano seguinte, novo acréscimo significativo – 55,63%. Esses dois crescimentos seguidos tornaram ainda mais dramático o tombo ocorrido de 2015 para 2016, de 45,42%. No período, tomados os anos inicial e final, o crescimento de investimentos publicitários da estatal na internet foi de 80,32% – no mínimo, devido à diferença de dados recordada acima.

2. O meio jornal teve seu momento de glória em 2014, quando obteve o maior investimento de verbas no período, indo a R$ 41.578.408,07, uma extraordinária elevação de 179,07%, que, no entanto, seguiu-se a uma retração de (-73,43%), que levou o meio a faturar em publicidade no patamar anterior e cair abaixo dele (-7,61%) no ano seguinte. Na comparação ponta a ponta, a redução foi de 31,67%.

3. Em comparação aos meios dos itens anteriores, o rádio teve seu momento um ano antes, em 2013, quando houve autorização para um investimento de R$ 10.372.644,94, 46,99% maior que o ano anterior. A partir daí, foi ladeira abaixo, chegando a meros R$ 1.275.692,42 de investimento realizado em 2016, o menor de entre todos os meios em todo o período realizado – contando recursos autorizados e efetivamente pagos – e menor 74,36% do que a verba de 2014.

4. Dos cinco meios analisados, o Revista é o mais errático e o que mostra mais claramente diferença quando se passou da apuração de dados do empenho para o investimento efetivo. De 2011 a 2013, houve um crescente pequeno, mas contínuo, da ordem de 12,23% neste subperíodo, que subitamente transformou-se numa estranha gangorra no subperíodo seguinte – em 2014, foram efetivados apenas R$ 10.505.519,26, mas, no ano seguinte houve um crescimento de 107,99% (a R$ 22.474.397,16), para, em seguida, um tombo ainda mais profundo que levou o valor a R$ 7.989.622,83 (menos 64,45% do que o ano anterior).

5. O último dos meios analisados é o amplamente dominante, a TV, mas mesmo ele passou por uma desidratação violenta das verbas publicitárias da Petrobras. Tomando-se apenas o subperíodo 2014/2016, a redução de investimento da estatal no meio foi de 51,78%, o que significou, em termos absolutos, mais de R$ 100 milhões (de R$ 210.021.695,46 para R$ 101.216.817,80). Dado o predomínio do meio, essa queda afetou profundamente o desembolso total observado lá no item 6 da análise por ano.

 

Por fim, uma geral na distribuição total de verbas no período todo, incluindo os dados de empenho e de pagamento efetivo.

 

Para surpresa de ninguém, mais de três reais em cada quatro da verba publicitária da estatal de petróleo foram direcionados à TV. A internet ainda está atrás de jornais e revistas, mas não tão atrás assim – será interessante ver se haverá alteração de posições.

Vamos à segunda seletiva do King of the Kings-2017!

O meio do ano já chegou! O tempo voa mesmo, como dizia minha avó. Então, é hora da segunda seletiva para o King of the Kings-2017! Das dez concorrentes desta seletiva, quatro estão na repescagem da primeira e seis são novas. Antes de começar, vamos às regras, como sempre.

1. Você pode votar em até seis concorrentes.

2. Também dessa vez, as quatro não classificadas terão nova chance na próxima seletiva.

3. A votação vai até o próximo domingo, dia 16.

E vamos às concorrentes!

1. Estado de São Paulo acusa erradamente juiz do Amazonas de ligação com facção criminosa e ele passa a ser ameaçado por outra.

2. Site 247 recebe informação de leitor, não checa e publica que presidente do Bird criticou governo por acabar com programas sociais.

3. Elio Gaspari defende que Temer deve ficar porque “ruim com ele, pior sem ele”. (Folha e Globo).

4. Procuradores da PGR dão “coletiva em off” para vazar nomes da Lista da Odebrecht. (Vários).

5. Estadão afirma que 59 milhões de tuiteiros apoiaram Dória em polêmica com Amazon.

6. Jornalista da GloboNews festeja recessão e desemprego por devolver poder de compra aos brasileiros.

7. Estudante tem a cabeça quebrada por cassetete empunhado por policial e a Folha o descreve como “homem trajado de PM”

8. Veja acusa Lula de usar Dona Marisa para escapar de Moro.

9. Miriam Leitão afirma ter sido agredida por petistas durante voo, mas ninguém vê.

10. Folha usa perito Molina para desqualificar gravações de Joesley Batista que mostram Temer cometendo diversos

 

Investimentos em publicidade da Administração Direta do Governo Federal (2011-2016) – V (Rádio). Com Eduardo Cunha, com tudo.

Então chegamos ao rádio, a última mídia do nosso estudo sobre os investimentos em publicidade da Administração Direta do Governo Federal, no período 2011-2016. Na garimpagem dos dados na Secom, encontrei um troço interessante nas rádios: o investimento do GF nas rádios da Fundação Sara Nossa Terra, que até 2015 abrigava ao notório ex-deputado Eduardo Cunha. O montante não é expressivo, em relação às outras emissoras, mas, como me pareceu interessante, fiz uma observação na análise.

Então, vamos lá?

 

Análise

1. A emissora que teve o maior crescimento em termos de investimento de publicidade na  AD do GF no período foi a Bandeirante (incluindo aí todas a rede), com uma elevação de 143,88% entre 2011-2016, sendo que, entre 2015 e 2016, a elevação atingiu 128,50%.

2. O dado acima é ainda mais expressivo  se observamos que todas as outras emissoras – e redes de emissoras –  tiveram decréscimo no mesmo período (houve uma exceção, da qual falarei abaixo).  Neste caso, os exemplos maiores foram da Eldorado, de São Paulo ( – 43,92%) e Globo (-42,43%).

3. Como o montante total manteve-se praticamente estável (- 0,43%), segue-se que houve uma real transferência de investimento da publicidade da AD do GF, no que se refere ao  meio rádio, em favor da Rede Bandeirantes.

4. O gráfico demonstra que 2013 foi o ano fora da curva, ficando 37,07% abaixo da média dos outros anos do período (R$ 1.575.903,70 contra R$  2.504.074,67).  Neste ano, houve também uma queda de investimento – mais expressiva até – no meio jornal (-62,16%).

5. A exceção que citei no item 2 foi a rede de emissoras da igreja neopentecostal Sara Nossa Terra. Fundada e liderada pelo pastor Robson Rodovalho, a Sara Nossa Terra tinha como principal expoente o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que a trocou, em 2015, pela Assembleia de Deus de Madureira. A defecção, porém, não abalou o recebimento de verbas de publicidade do AD do Governo Federal – antes pelo contrário – , como se pode ver no gráfico.

O expressivo aumento em 2016 pode ser atribuído à entrada no ar da retransmissora da rede no Rio de Janeiro (base eleitoral de Cunha), no último trimestre de 2015. A lista das emissoras da Sara Nossa Terra é esta: Aracajú (97,1 FM), Brasília (99,7 FM), Curitiba (107,5 FM), Goiânia (93,9 FM), Florianópolis (89,1 FM),Porto Alegre (95,5 FM), Angra dos Reis (105,9 FM), São Paulo (101,3 FM) e  Rio de Janeiro (106,1 FM).