As explicações suspeitas de sempre

Vamos agora a mais uma tradição, na linha jabuticaba, da política brasileira: a explicação dos institutos de pesquisa de como e do porquê erraram tanto nas suas pesquisas. E também conviria os veículos de comunicação explicarem porque gastam tanto dinheiro e dão tanto destaque a pesquisas que, invariavelmente, eleição após eleição, erram as previsões de maneira grosseira.

Mais uma vez, recomendo o livro “os números (não) mentem”, do matemático e coleguinha Charles Seife. Quem quiser comprar, aqui estão os preços apurados pelo Buscapé; já quem preferir baixar um pdf gratuito, clique aqui, mas saiba desde já que, apesar de completo, está estranho – mas, como dona Sinhá já dizia, “de cavalo dado, não se olham os dentes”.

2 comentários sobre “As explicações suspeitas de sempre

  1. A quem convém o erro nas pesquisas? Essa é a pergunta. O resto são adendos e penduricalhos.

    • Do jeito que foi, convinha a todos e a ninguém. Os tucanos podem se queixar da subestimação da votação de Aécio, os petistas das previsões sobre Padilha e Rui e o PMDB do que aconteceu no RS.

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