Vive le França!

Dava uma olhada na primeira do Globo de hoje, quando tive um baque: lá estava a foto do França, o livreiro dos jornalistas. “França morreu?”, angustiei-me antes de ver que não era funéreo, mas chamada para um doce perfil do Arnaldo Bloch sobre essa figuraça que aprendi a amar na década de 80, quando, jornalista em início de carreira, com dinheiro curto e em meio a uma inflação galopante, só conseguia comprar livros com ele.

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