A “comunicação do grotesco” do Globo

Não sou exatamente um puritano, mas, francamente, não entendi essa do Globo:

Se era para pedir perdão aos leitores, então para quê colocar palavrão na primeira página, e com destaque? Já não bastava o diálogo de baixo nível ser reproduzido na matéria? Será que a coisa está tão feia em termos de vendas que o “quality paper” dos Marinho vai partir para uma popularização pelo grotesco? Se for o caso, sugiro logo a contratação do pessoal que faz a primeira do Meia Hora. Eles, pelo menos, fazem grosseria com mais graça.