As razões de Mr.Cameron

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, está cortando um dobrado para explicar porque tirou o time da Inglaterra do campo do euro. Mas ele tem lá suas razões. Leia aqui.

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2 comentários sobre “As razões de Mr.Cameron

  1. Conta pra nós, Ivson, o que muda, se é que muda, com essa dança das cadeiras na Globo. Opaí ó!

    Mudanças na Direção Geral de Jornalismo e Esporte
    Mudanças na Direção Geral de Jornalismo e Esporte

    Hoje, o diretor geral de Jornalismo e Esporte da TV Globo, Carlos Henrique Schroder, anunciou uma nova diretoria executiva de Jornalismo na Central Globo de Jornalismo e mudanças de titulares em alguns cargos da Central. Ele próprio explicou as mudanças em email distribuído para a equipe. Segue a íntegra do texto:

    ‘Eu e Ali Kamel estamos conversando desde o início do ano sobre o crescimento exponencial da internet e da TV por assinatura no Brasil e as repercussões disso no nosso jornalismo. A TV paga, que no início dos anos 2000 tinha 3,4 milhões de assinantes, hoje tem 12,2 milhões, atingindo cerca de 40,2 milhões de pessoas, e esse número não para de crescer. A Globo News, líder absoluta no segmento notícias, tem de continuar cada vez mais preparada para esse crescimento. Com a internet*, a mesma coisa. Em 2000, o número de brasileiros ligados à internet era irrisório, se comparado ao número de hoje: 43 milhões. As Organizações Globo também nesta plataforma são líder no segmento notícias, com enorme destaque para o G1, que já conta com 13 milhões de usuários únicos, um crescimento de 28% em apenas dois anos. A internet precisa, então, ter uma atenção ainda mais especial. Por esse motivo, decidimos criar mais uma diretoria executiva de jornalismo na CGJ, que se somará às duas já existentes.

    Assim, convidamos Luiz Claudio Latge para assumir exclusivamente esse desafio, passando a ser o diretor-executivo de jornalismo que supervisionará a Globo News, dirigida por Eugenia Moreyra, e o G1 e demais produtos de internet, comandados por Márcia Menezes. A missão de Latge é a que expus acima: supervisionar esses dois segmentos que, em comum, têm o jornalismo em tempo real como característica fundamental, ajudando a construir estratégias para que continuemos líderes, com inovação, e zelando para que a qualidade de nossa produção, tanto em conteúdo e forma, só faça crescer. Na nova função, Latge fará parte do comitê de internet da TV Globo, um grupo interdepartamental que traça as estratégias da emissora para a nova plataforma, discute políticas, debate sobre novos produtos, em todas as áreas da empresa.

    Com a ida de Latge para essa nova diretoria da CGJ, decidimos convidar a Silvia Faria para o cargo de diretora-executiva de jornalismo. Caberá a ela supervisionar editorialmente os nossos quatro telejornais de rede, Bom Dia Brasil e Jornal Nacional, produzidos no Rio, e Jornal Hoje e Jornal da Globo, produzidos por São Paulo, sob a direção de Cristina Piasentini, diretora regional de jornalismo. Silvia Faria também ficará responsável pela supervisão editorial dos programas Globo Repórter, Profissão Repórter e Globo Mar. Também caberá a ela a supervisão editorial dos noticiários locais de Brasília, Belo Horizonte e Recife. Silvia ficará baseada em Brasília, de onde fará o seu trabalho, em contato direto e cotidiano com os editores-chefes e diretores regionais de jornalismo aos quais os programas por ela supervisionados editorialmente se subordinam. Ela desenvolverá uma rotina de viagens, para que possa desempenhar melhor as suas funções.

    Renato Ribeiro continuará a desempenhar, também como diretor-executivo de jornalismo, as funções de supervisionar os diversos programas e telejornais da emissora no tocante à gestão, produção, planejamento e execução orçamentária. Caberá a ele também a supervisão editorial do jornalismo local de Rio, dirigido por Erick Bretas, e São Paulo, dirigido por Cristina Piasentini, e dos programas Globo Rural, diário, Globo Rural, semanal, e Bem-Estar, estes também produzidos sob a supervisão direta de Cristina.

    O Fantástico terá a supervisão editorial conjunta de Silvia Faria e Renato Ribeiro.

    Latge, Silvia e Renato se reportam diretamente a Ali Kamel, diretor da Central Globo de Jornalismo.

    Para o lugar de Silvia Faria como diretora regional de jornalismo de Brasília, convidamos Mariano Boni, atualmente chefe de redação de São Paulo. Para o lugar de Mariano, foi convidado Ricardo Villela, editor-chefe do Jornal da Globo, que será substituído por Jorge Sacramento, atual editor-executivo do telejornal.

    Carlos Jardim, chefe de redação da Rio, convidado a fazer parte da equipe de Fátima Bernardes em seu novo programa, será substituído por Miguel Athayde, que deixa o cargo de editor-chefe do Bom Dia Brasil. Miguel será substituído por Fatima Baptista, atual editora-executiva do telejornal.

    As mudanças agora anunciadas acontecerão em janeiro. A todos os envolvidos, os meus parabéns e o desejo de sucesso e ótimo trabalho.

    Haverá também mudanças entre os correspondentes estrangeiros. Flávio Fachel volta de Nova York em janeiro para a Editoria Rio, sendo substituído por Hélter Duarte. Em julho, volta também de Nova York para Brasília Giuliana Morrone, que será substituída por Júlio Mosquera. Em agosto, será a vez de Pedro Bassan retornar de Lisboa para o Rio, sendo substituído por André Luiz Azevedo. A todos, um ótimo trabalho. Um grande abraço e um feliz 2012 para todos.

    Carlos Henrique Schroder, diretor geral de Jornalismo e Esporte”.

    Obs: A fonte para os dados sobre internet no Brasil foi Ibope NetRatings/ Home and Work/ Média Mensal Usuários Únicos.

    Central Globo de Comunicação
    Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 2011

    • Fala!
      Meu bom, creio que isso decorre do fato de as pessoas estarem cada vez mais realmente deixando de lado os veículos tradicionais, migrando para a Rede. As OG precisam mesmo botar alguém de confiança para gerenciar essa passagem, pois ela será tremendamente complicada. Latgé, meu ex-viznho de porta em Santa Tereza, é competente e pode tratar bem do assunto. Mas o risco vai se manter porque ele, apesar de bom, terá que trabalhar contra a própria cabeça e o próprio coração para fazer a transição de um sistema vertical, piramidal mesmo, e estável, no qual foi criado, para um horizontal e que ainda sofrerá mudanças bruscas ainda por um bom tempo, até estabilizar. Assim, o que os capos da CGJ pretendem – certamente seguindo o planejamento dos “garotos” Marinho – é seguir, o mais possivel, a máxima que o príncipe de Lampedusa pôs na boca de Tancredi, em “O Leopardo”: “Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude.”

      Claro que, nesses momentos, neguinho aproveita e mexe as pedras de maneira a tirar gente do caminho e botar outros na fita. É assim mesmo, você sabe. Mas, cá pra nós, essa parte me importa coisa nenhuma, pois não mexe na estrutura – é apenas mais do mesmo.

      Abraço saudoso no amigo e um beijo na magnífica Helô.

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