A Batalha da Economia

Os movimentos para a eleição de 2012 – treino que define o grid de largada para 2014 – deixam a oposição, formada por PSDB, DEM e PPS, ainda mais fragilizada, ela que há anos já está definhando em praça pública. Assim, o PSDB, o maior dos partidos de oposição, já está se preparando para os próximos embates, mesmo com o risco de perder nacos importantes (leia essa análise aqui e preste atenção a um nome que surge no último parágrafo. Ele é fundamental para o que vem a seguir).

Como parte da oposição (é uma espécie de “partido fantasma”. sem votos e presença nas instituições polítcas, mas atuando de maneira forte e coordenada), a mídia brasileira também fará parte desse esforço de guerra. Em breve, vocês começarão a ver matérias destinadas a tentar convencer o eleitorado do bom governo que teria sido feito por FHC, em linha com o pensamento que está sendo gestado pelos tucanos, e um reforço nas matérias alarmistas sobre o descontrole da inflação.

A tática é levar a campanha, no momento, para o front ecoômico, que, como já vimos, é o motor de arranque para as decisões do eleitor. Escândalos e marchas anticorrupção serão bem avivados também, claro,, pois o front político não pode ser abandonado de todo, mas como nesse lado pode haver uma crise séria no ninho tucano, a ideia não é dar tanto peso a ele, a não ser que um daqueles dossiês apetitosos que sobrevoam Brasília aterrisse nas mãos de algum coleguinha.

Dessa maneira, em nível tático, a guerra muda de lugar e isso leva tabém a uma mudança tática, obviamente. O objetivo estratégico atual – as eleições de 2012 -, porém, não muda e menos ainda o objetivo maior da guerra – o retorno do dispositivo tucano ao poder em 2014.

Um comentário sobre “A Batalha da Economia

  1. Pingback: A Batalha da Economia | Notícias / ZiiPe

Os comentários estão desativados.