Horror e jornalismo

Os coleguinhas brasileiros quase venceram. Por pouco me convenceram que o jornalismo era um trabalho que não tinha mais razão de ser. Tornara-se apenas veículo de luta pelo poder ou passarela para celebridades mais ou menos duráveis.

Mas eis que, da Inglaterra, a mesma terra onde vive o vilipendiado Rupert Murdoch, vem esse exemplo de que o jornalismo ainda pode ser relevante, se não no Bananão, pelo menos outras plagras. Mas antes de clicar aqui, um aviso – é bom você ter estômago forte.