Outras telinhas

Um fato me chamou a atenção nesse caso da Jacqueline Roriz. Não a moça ter sido filmada pegando a propina do Durval Barbosa, que ser corrupta é próprio da família dela, mas onde o vídeo foi veiculado pela primeira vez. Não numa TV, nem aberta, nem fechada, mas na chamada TV Estadão, que se encontra no site do Estado de São Paulo.

Confesso que fiquei meio desorientado quando o assunto rolou – lia que havia um vídeo, mas não tinha visto nada em TV alguma. Só entendi quando li sobre o caso no próprio Estadão. Depois que entendi, vi o óbvio – uma grande empresa de comunicação não precisa mais pedir concessão a União para ter seu canal de TV.

Esse fato é muuito importante. Não que vá abalar a Estrela da Morte do Império Marinho, mas este não é ponto, pelo menos para mim. O essencial é que aumenta leque de opções. Ok, as empresas de comunicação atuais não são flores que se cheirem – haja vista os jornais que editam. No entanto, a possibilidade de terem suas próprias TVs talvez – só talvez – abram suas perspectivas e, por pouca que seja, uma mudança, no panorama medieval que é a cabeça de um “barão da mídia” brsioleiro, será muito bem-vinda. Além do quê, uma concorrenciazinha, mesmo pequena, não seria nada mau, não é mesmo?

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