Recordar é viver

Por falar na Dona Míriam e na cascata sobre os “eurobrasileiros”, é bom lembrar que a colunista foi, por muitos anos, ardente defensora da existência do racismo no Brasil. Escreveu dezenas de textos a respeito, cheios de números e citações. A valente e meritória opção durou até que, segundo consta, tomou, por telefone, uma tremenda dura do Ali Kamel – na qual rolou até ameça de demissão – e aí parou de falar de assuntos de preto e passou, de mala e cuia, para temas verdes.