A verdade sobre as pesquisas eleitorais

Eu – único pesquisador, analista, presidente e boy do Ivope – reafirmo: todos os insitutos de pesquisa não têm a menor ideia do que vai acontecer em 31 de outubro. Estão tão perdidos quanto o Ivope. A diferença é que confesso isso.

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6 comentários sobre “A verdade sobre as pesquisas eleitorais

  1. Ivson, por favor, você acredita que a totalização informatizada da votação pode ser fraudada?

    • Acredito não, Adriano. O sistema já foi testado várias vezes e hoje é até exportado. Houve até concurso para ver se hackers conseguiam quebrar o algoritmo e eles não conseguiram.
      Claro que o que um homem faz, outro pode desfazer, mas a fraude para ser significativa num universo de 135 milhões de eleitores daria muito na vista. Além disso, o custo seria gigastesco devido ao número e à qualificação das pessoas envolvidas e a probabilidade de alguém dar com as línguas nos dentes e/ou fazer chantagem tornaria a operação inviável.

      • Por qual motivo logo se pensa na figura de um jovem cidadão atuando a partir do quarto de sua residência (o estereótipo do “hacker”) quando se trata de invadir sistemas?

        O “hacker” não pode ser todo um departamento de um órgão de inteligência de um governo?

        Se as pesquisas fraudadas da Datafolha e do Ibobe estiverem mostrando a farsa de um “empate técnico entre Dilma e Serra”, por que não fraudar o resultado?

        • O problema com as teorias da conspiração, Adriano, é que eles dependem de um número enorme de variáveis, boa parte delas de difícil controle. No caso, um departamento inteiro de inteligência de um governo (qual?) poderia realmente fraudar eleições, como, aliás, fazem mesmo em várias partes do mundo. Nesses casos, é a falta de tecnologia ou sua maneira rudimentar – e não a sua sofisticação – facilitam a fraude.
          Caso clássico foi a fraude na Flórida, que deu a vitória a Bush Jr, em 2000. Ela só foi possível porque na Flórida o voto ou era manual ou feito em cartões perfurados, sistema da década de 60. Foi uma situação tão escandalosa que a Flórida não mudou seu método, para dar não o braço a torcer, mas outros estados partiram para a votação eletrônica.
          A sofisticação dificulta em muito a fraude por fazer com que ela se torne caríssima e tremendamente complexa em termos logísticos. O tal setor de inteligência do governo teria que ter quantas pessoas para fraudar 10 milhões de votos?

  2. Por isso que o Sensus já mandou logo um empate técnico, hahahaha

    • Seguro morreu de velho porque era estatístico de instituto de pesquisa. Hehehe…

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