Pesadelo da elite

Parece que, finalmente, a grande mídia percebeu: que N-D é candidatíssimo a secretário-geral da ONU. Era meio óbvio há algum tempo (aqui), mas só agora a ficha caiu para os veículos de comunicação, que perceberam a jogada de N-D – colocar-se como ponte entre os extremos (Venezuela x EUA, árabes x Israel, Irã x Europa-EUA) a fim de capitalizar a esperança (uma versão internacional daquela jogada de 2002, “esperança para vencer o medo”).

Como notaram a estratégia, os jornais responderam como se esperava: caíram de pau, procurando ridicularizar o sujeito. Tudo bem, faz parte. Imagina se, depois de governar oito anos, sair com 80% de aprovação dos brasileiros e o respeito dos líderes das grandes nações, o paraíba torna-se secretário-geral da ONU? Boa parte da elite brasileira ia se jogar pela janela mais próxima – barões da mídia à frente.

Um comentário sobre “Pesadelo da elite

  1. O triste é ver o Ancelmo, que um dia já admirei, dizendo que Lula deve “botar os pés no chão”. Que o Presidente é vaidoso – até demais – todo mundo sabe. Mas o que, exatamente, seria “botar os pés no chão” para Ancelmo?

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