Os Mesquita, os Sarney e o dr. Castor

Por falar no desaguisado entre o Estadão e os Sarney, a defesa do jornal na ação movida por Fernando Sarney – não foi o diário que quebrou o segredo de Justiça, ele só fez publicá-lo – me fez lembrar Castor de Andrade, o bicheiro que, ao longo de duas décadas, reinou no submundo carioca e na sua expressão cultural máxima, o desfile das escolas de samba. Uma vez, acusado de ter matado pessoalmente um rival, dr. Castor (era advogado), rebateu. “Não matei! Quem matou foi Deus. Eu só fiz o furinho.”