Racionalidade

   Como ninguém publica esse tipo de texto, aqui vai o comentário de um rapper a respeito da cobertura da imprensa sobre o tumulto ocorrido durante o show dos Racionais MCs em São Paulo.

      A MANCHETE ESTÁ ERRADA, NÃO FOI O SHOW DO RACIONAIS QUE CAUSOU O TUMULTO; SIM O PODER PÚBLICO QUE ORGANIZOU A VIRADA CULTURAL.

      Rapper Pirata

      São Paulo, 07 de maio de 2007- A Virada Cultural termina em tumulto na Praca da Sé, capital paulista, na madrugada de domingo dia 06 de maio, por causa da uma briga de garotos pichadores e a policia militar, as cenas depois de bombas de lacrimogêneo, gás de pimenta e tiros de calibre do doze com balas de borracha mostrou a fragilidade do esquema de segurança oferecido aos paulistanos participantes do evento. Esse era o lead que tinha que ter sido veiculado em toda a mídia brasileira no domingo e segunda feira, e não o que atribuiu ao Racionais Mcs como culpados pelo incidente. Fica-me uma pergunta: Porquê? Racismo? Preconceito? Raíva? Ódio? Vingança? Muitos outros adjetivos, que a sociedade e a mídia diz não ter contra as pessoas e manifestações culturais vindas da periferia.

      Quando você ouve ou lê as manchetes referentes ao caso, se tem à impressão que o Brown e companhia estimularam o quebra-quebra, passa-se logo a sensação que os marginais fizeram suas arruaças coordenadas pelo seu grande líder, destruindo o clima de paz e a festa que estava vivendo a cidade.

       Os jornalistas que sonham em entrevistar o grupo escreveram suas matérias sem ouvir o outro lado, somente o lado do estado e da tal classe média, até ai sempre foi assim. O ruim são os prejuízos a imagem do Racionais, um dos grupos mais importantes da a cultura brasileira, vindo lá da fundão, queiram o não queria. Também ao movimento hip hop. Que de passagem não teve mesma importância dada á outros estilos da programação.

      O poder público foi culpado pela confusão: Por não oferecer toda a segurança para população que estava no local; Por portar armas e atirar a esmo nos cidadãos convidados a virar a noite no centro da cidade; Por não ouvir e sim impor cultura que eles acham serem representantes da capital; Fica a pergunta: Onde estavam as escolas de samba? O forró que tocam nos botecos e lares da periferia? O funk que hoje leva muitos jovens para suas festa? Independente dos meus gostos musicais, a arte tem diversas manifestações que devem ser respeitadas e seu público também , que são os que pagaram a festa através de impostos.

      O prefeito Gilberto Kassab, as secretarias envolvida com a Virada Cultural e a mídia devem desculpas ao Racionais Mcs. Lembrando que houve uma invasão no palco, por não haver grades de contenção, isso poderia colocar em risco a integridade dos artistas. Todos tem que pedir desculpas ao movimento Hip Hop e as pessoas que foram feridas com as balas de borracha e espancadas pelos representantes do estado que tinham armas, cassetes e escudos.

      A cultura de violência não é promovida pelo Brown, pelo hip hop ou pela periferia. Sim por injustiças e desrespeitos com todos que pagam impostos seja dos Jardins ou dos moradores do bairro Cocaia zona sul da cidade.

      Rapper Pirata
      11-8216-2160

12 comentários sobre “Racionalidade

  1. Ok, concordo que a mídia careta gosta de criar e perpertuar preconceitos sociais pra que todos nós sejamos mais um tijolinho quadradinho na parede. Mas ponho algumas ressalvas aqui na palavra do rapper.

    Pra começo de conversa, pros diabos com esse papo de “a classe média preconceituosa”, “a classe média rica” (risos), “a classe média isso”, “a classe média aquilo”. Quer dizer então que se eu não moro em favela e não sou negra então eu sou automaticamente uma riquinha racista que não sabe da vida? O fato é que eu não sei da vida dele, mas ele tb não sabe da minha. Afinal quem mora em favela não paga, até onde eu sei, IPTU. E se bobear não pága água nem luz. Se bobear tb não paga TV a cabo (mas tem!!! Eu não tenho!!! Na rocinha isso tem nome, é a TV Roque, custa uns 30 R$ e tem sinal de pacote super-prêmium! Foi morador de lá que me contou isso!) Então pros diabos com esse papo, pq se ele tá ferrado com a vida dele na favela, por conta da violência, eu tô ferrada por essa mesma violência. Só que eu pago imposto por isso.
    Ah, mas o “classe média” tem tudo, ele tem dinehiro pra dar escola pro filho, pra dar médico. O da favela não tem. Mas acontece que o “classe média” tem 2 empregos pra tentar sustentar isso tudo. E algumas vezes ainda não dá. O “classe média” nem vê os filhos que sustenta pq tem que trabalhar 24 horas por dia. O “classe média” é um banana que não sabe o que fazer a respeito de pagar imposto pra não ter as coisas que o governo devia dar, as coisas pelas quais ele se mata de trabalhar. O pobre é humilhado porque é pobre? O “classe média” é humilhado no emprego e é pisado de toda forma, recebendo um salário que é uma vergonha para todo o trabalho e hora extra que faz, apenas pq sabe que a vida dele depende do emprego.
    O “classe média” sabe que quando fizer 38, 40 anos, as empresas vão dar um pé na bunda dele dizendo que está velho. E o “classe média” não sabe fazer mais nada além de ser empregadinho, de ser capacho pra chefe pisar.
    O “classe média” tira onda com o seu Pálio novinho e dando roupinha da Renner pra filhinha no natal??? Humpf. O “classe média” tá tão perdido, coitado, que acha que as coisas boas da vida tão nessas porcarias. Ele também sofre e viaja no consumismo doido que a Globo impões pra ele, igualzinho ao “da favela”. Mas não tem problema, porque alguns (uma minoria, acredito eu) “da favela” corrigem isso matando o “classe média” pra poder usar o pálio pra fazer desova. É, não queremos preconceito mas também não dá pra omitir da onde estão vindo a maioria dos bandidos. Se a pobreza é a responsável? Tenho minhas dúvidas, toda vez que encontro uma secretária que mora na rocinha ou uma vendedora de boutique do Barrashopping que mora no Dona Marta. É, não são empregos de alto nível, mas são trabalho honesto. E algumas delas ainda juntam pra faculdade.

    A outra ressalva que eu faço ao texto do rapper é a seguinte: ok, eu concordo que não é bom ficar culpando a música pelos atos de quem foi assistir ao show… Mas que milagre é esse que faz o público do Racionais (sempre o público do racionais!) fazer arruaça??? Se o milagre for a imprensa, que é tendenciosa, ok, compreendo e dou razão à reclamação do rapper.

  2. Ok, concordo que a mídia careta gosta de criar e perpertuar preconceitos sociais pra que todos nós sejamos mais um tijolinho quadradinho na parede. Mas ponho algumas ressalvas aqui na palavra do rapper.

    Pra começo de conversa, pros diabos com esse papo de “a classe média preconceituosa”, “a classe média rica” (risos), “a classe média isso”, “a classe média aquilo”. Quer dizer então que se eu não moro em favela e não sou negra então eu sou automaticamente uma riquinha racista que não sabe da vida? O fato é que eu não sei da vida dele, mas ele tb não sabe da minha. Afinal quem mora em favela não paga, até onde eu sei, IPTU. E se bobear não pága água nem luz. Se bobear tb não paga TV a cabo (mas tem!!! Eu não tenho!!! Na rocinha isso tem nome, é a TV Roque, custa uns 30 R$ e tem sinal de pacote super-prêmium! Foi morador de lá que me contou isso!) Então pros diabos com esse papo, pq se ele tá ferrado com a vida dele na favela, por conta da violência, eu tô ferrada por essa mesma violência. Só que eu pago imposto por isso.
    Ah, mas o “classe média” tem tudo, ele tem dinehiro pra dar escola pro filho, pra dar médico. O da favela não tem. Mas acontece que o “classe média” tem 2 empregos pra tentar sustentar isso tudo. E algumas vezes ainda não dá. O “classe média” nem vê os filhos que sustenta pq tem que trabalhar 24 horas por dia. O “classe média” é um banana que não sabe o que fazer a respeito de pagar imposto pra não ter as coisas que o governo devia dar, as coisas pelas quais ele se mata de trabalhar. O pobre é humilhado porque é pobre? O “classe média” é humilhado no emprego e é pisado de toda forma, recebendo um salário que é uma vergonha para todo o trabalho e hora extra que faz, apenas pq sabe que a vida dele depende do emprego.
    O “classe média” sabe que quando fizer 38, 40 anos, as empresas vão dar um pé na bunda dele dizendo que está velho. E o “classe média” não sabe fazer mais nada além de ser empregadinho, de ser capacho pra chefe pisar.
    O “classe média” tira onda com o seu Pálio novinho e dando roupinha da Renner pra filhinha no natal??? Humpf. O “classe média” tá tão perdido, coitado, que acha que as coisas boas da vida tão nessas porcarias. Ele também sofre e viaja no consumismo doido que a Globo impões pra ele, igualzinho ao “da favela”. Mas não tem problema, porque alguns (uma minoria, acredito eu) “da favela” corrigem isso matando o “classe média” pra poder usar o pálio pra fazer desova. É, não queremos preconceito mas também não dá pra omitir da onde estão vindo a maioria dos bandidos. Se a pobreza é a responsável? Tenho minhas dúvidas, toda vez que encontro uma secretária que mora na rocinha ou uma vendedora de boutique do Barrashopping que mora no Dona Marta. É, não são empregos de alto nível, mas são trabalho honesto. E algumas delas ainda juntam pra faculdade.

    A outra ressalva que eu faço ao texto do rapper é a seguinte: ok, eu concordo que não é bom ficar culpando a música pelos atos de quem foi assistir ao show… Mas que milagre é esse que faz o público do Racionais (sempre o público do racionais!) fazer arruaça??? Se o milagre for a imprensa, que é tendenciosa, ok, compreendo e dou razão à reclamação do rapper.

  3. Patrícia, só um esclarecimento: a TV Roc e algumas outras localizadas em favelas são reconhecidas pela NET, que tem pacotes e preços especiais para esses públicos, assim como tem para bares e restaurantes.

  4. Patrícia, só um esclarecimento: a TV Roc e algumas outras localizadas em favelas são reconhecidas pela NET, que tem pacotes e preços especiais para esses públicos, assim como tem para bares e restaurantes.

  5. Veja como a vírgula é importante. O autor do texto referiu-se à “classe média preconceituosa” e não à “classe média, preconceituosa”. Ou seja, em nenhum momento afirmou que toda a classe médica é preconceituosa, apenas que uma parte (convenhamos, considerável) o é.

  6. Veja como a vírgula é importante. O autor do texto referiu-se à “classe média preconceituosa” e não à “classe média, preconceituosa”. Ou seja, em nenhum momento afirmou que toda a classe médica é preconceituosa, apenas que uma parte (convenhamos, considerável) o é.

  7. Pois é Ivson, a TV Roc AGORA é reconhecida pela NET, mas, se não me engano, não teria sido por aqui mesmo que eu vi um link pra um texto no FNDC falando sobre como a NET tinha se rendido aos constantes “gatos” da Rocinha criando esses “planos especiais”?? Na verdade os “gatos” deixaram a empresa de joelhos, já que roubar sinal da NET também significa ajudar a congenstioná-la um pouco mais. Lembre-se de que a empresa vende sinal de internet pelo mesmo cabo, e quem assina sabe o quanto a qualidade desse sinal é sofrível.
    E essa política de preços especiais por faixa de renda é um absurdo, o preço mais barato por um serviço supérfluo é subsidiado pelas assinaturas super caras que temos que pagar por não ter atestado de pobreza. Se fosse feito isso com água, luz, telefone ok, acho perfeito, mas tv a cabo????
    Realmente, uma (boa) parte da classe média é preconceituosa, por outro lado, eu tenho lido cada vez mais argumentações de ativistas da ação afirmativa do tipo: “esses brancos que estão nos mantendo nas senzalas!”. O que está me irritando é que uma parte desse pessoal tá pegando uma coisa tão legal que é a ação afirmativa e transformando isso em ações racistas contra brancos. E isso não vai dar em nada que preste, além de não resolver o problema do preconceito.
    Foi a mesma coisa com o movimento da liberação da mulher: estava indo muito bem até as próprias mulheres o rotularem de “feminismo”. “Machismo” é preconceito, contra a mulher. “Feminismo” é a mesma coisa contra o homem, é tudo preconceito. Devolver na mesma moeda não adianta e acho que alguns rappers ajudam a levar o movimento pra esse caminho, o da revolta pura.
    Veja o nosso exemplo: os homens tomam nossas reinvindicações “feministas” por ridículas toda vez que uma mulher tenta ser liberal e bonita e sensual ao mesmo tempo. Mulher sexy é burra porque só cuida da aparência? Esse preconceito foi trabalho das feministas, não dos homens.
    Enfim, são os brasileiros ferrados da favela comprando briga com as pessoas erradas: os brasileiros ferrados do asfalto. Enquanto isso os políticos tão lá gastando a grana toda em coisas de primeira ordem como o Pan. Ainda não acredito que foram gastos bilhões do nosso suado dinheirinho por 15 dias de farra onde todo mundo vai lucrar, menos o governo e os “vol-otários do Pan”, gente que topou ir dar um duro danado de graça nessa farra de dinheiro. Incrível como o brasileiro se deixa convencer pela Globo a prestar esse papel humilhante.

  8. Pois é Ivson, a TV Roc AGORA é reconhecida pela NET, mas, se não me engano, não teria sido por aqui mesmo que eu vi um link pra um texto no FNDC falando sobre como a NET tinha se rendido aos constantes “gatos” da Rocinha criando esses “planos especiais”?? Na verdade os “gatos” deixaram a empresa de joelhos, já que roubar sinal da NET também significa ajudar a congenstioná-la um pouco mais. Lembre-se de que a empresa vende sinal de internet pelo mesmo cabo, e quem assina sabe o quanto a qualidade desse sinal é sofrível.
    E essa política de preços especiais por faixa de renda é um absurdo, o preço mais barato por um serviço supérfluo é subsidiado pelas assinaturas super caras que temos que pagar por não ter atestado de pobreza. Se fosse feito isso com água, luz, telefone ok, acho perfeito, mas tv a cabo????
    Realmente, uma (boa) parte da classe média é preconceituosa, por outro lado, eu tenho lido cada vez mais argumentações de ativistas da ação afirmativa do tipo: “esses brancos que estão nos mantendo nas senzalas!”. O que está me irritando é que uma parte desse pessoal tá pegando uma coisa tão legal que é a ação afirmativa e transformando isso em ações racistas contra brancos. E isso não vai dar em nada que preste, além de não resolver o problema do preconceito.
    Foi a mesma coisa com o movimento da liberação da mulher: estava indo muito bem até as próprias mulheres o rotularem de “feminismo”. “Machismo” é preconceito, contra a mulher. “Feminismo” é a mesma coisa contra o homem, é tudo preconceito. Devolver na mesma moeda não adianta e acho que alguns rappers ajudam a levar o movimento pra esse caminho, o da revolta pura.
    Veja o nosso exemplo: os homens tomam nossas reinvindicações “feministas” por ridículas toda vez que uma mulher tenta ser liberal e bonita e sensual ao mesmo tempo. Mulher sexy é burra porque só cuida da aparência? Esse preconceito foi trabalho das feministas, não dos homens.
    Enfim, são os brasileiros ferrados da favela comprando briga com as pessoas erradas: os brasileiros ferrados do asfalto. Enquanto isso os políticos tão lá gastando a grana toda em coisas de primeira ordem como o Pan. Ainda não acredito que foram gastos bilhões do nosso suado dinheirinho por 15 dias de farra onde todo mundo vai lucrar, menos o governo e os “vol-otários do Pan”, gente que topou ir dar um duro danado de graça nessa farra de dinheiro. Incrível como o brasileiro se deixa convencer pela Globo a prestar esse papel humilhante.

  9. Olá, Patrícia.

    1. Verdade. Você leu aqui mesmo que a NET teve que se curvar aos antenistas. E foi uma surpreendente medida de inteligência da empresa. Normalmente o empresariado brasileiro trata esses casos como se fossem de polícia e não de mercado. A NET, porém, viu que os antenistas chegavam onde havia um mercado que a companhia não tinha meios (humanos, financeiros e legais) e/ou interesse imediato de atingir. Isso ao mesmo tempo que o mercado de classes A e B se mostravam saturados. Diante dessa realidade, a empresa propôs um acordo simples com os antenistas: “vocês vendem por R$ 30, ficam com R$ 15 e nós com R$ 15. Se não aceitarem, mantemos a pressão com a polícia”. Como os caras só queria trabalhar em paz, aceitaram na hora. Foi uma vitória que devia ter sido comemorada com fogos de artifício pelos defensores da iniciativa privada, bem como o acordo no caso dos bares e restaurantes, que era rigorosamente o mesmo.
    2. TV paga não é uma “utility”, um serviço público básico, direito do cidadão. Como é fornecido por uma empresa privada, ela pode ter a política de preços que achar melhor. Se o assinante não gostar da política de preço em vigor, só pode deixar de assinar o serviço.
    3. Concordo inteiramente com sua análise sobre o posicionamento de alguns grupos negros sobre a questão das ações afirmativas. Não são todos e nem a maioria, mas ao terem o tipo de posicionamento “FlaxFlu” acabam fazendo o jogo dos racistas, entre os quais se inclui a grande mídia, que é o espelho de quem produz e consome seus produtos.

  10. Olá, Patrícia.

    1. Verdade. Você leu aqui mesmo que a NET teve que se curvar aos antenistas. E foi uma surpreendente medida de inteligência da empresa. Normalmente o empresariado brasileiro trata esses casos como se fossem de polícia e não de mercado. A NET, porém, viu que os antenistas chegavam onde havia um mercado que a companhia não tinha meios (humanos, financeiros e legais) e/ou interesse imediato de atingir. Isso ao mesmo tempo que o mercado de classes A e B se mostravam saturados. Diante dessa realidade, a empresa propôs um acordo simples com os antenistas: “vocês vendem por R$ 30, ficam com R$ 15 e nós com R$ 15. Se não aceitarem, mantemos a pressão com a polícia”. Como os caras só queria trabalhar em paz, aceitaram na hora. Foi uma vitória que devia ter sido comemorada com fogos de artifício pelos defensores da iniciativa privada, bem como o acordo no caso dos bares e restaurantes, que era rigorosamente o mesmo.
    2. TV paga não é uma “utility”, um serviço público básico, direito do cidadão. Como é fornecido por uma empresa privada, ela pode ter a política de preços que achar melhor. Se o assinante não gostar da política de preço em vigor, só pode deixar de assinar o serviço.
    3. Concordo inteiramente com sua análise sobre o posicionamento de alguns grupos negros sobre a questão das ações afirmativas. Não são todos e nem a maioria, mas ao terem o tipo de posicionamento “FlaxFlu” acabam fazendo o jogo dos racistas, entre os quais se inclui a grande mídia, que é o espelho de quem produz e consome seus produtos.

  11. Mais um detalhe, Patrícia. A TV Roc não apenas retransmite a NET. Ela produz conteúdo próprio, que pode ser visto no Canal 14.

  12. Mais um detalhe, Patrícia. A TV Roc não apenas retransmite a NET. Ela produz conteúdo próprio, que pode ser visto no Canal 14.

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