Elaine Cantanhêde analisa bem o dilema no PT, embora a saída me pareça obrigatória: baixar um “centralismo democrático” na moçada. Quem se enquadrar, bem; bem quem não se enquadrar, cai fora. O que não vai dar é ficar demorando em resolver a parada. Veja o que diz a colunista da Folha aqui.